| Nos momentos de crise econômica,
com expectativas negativas em relação aos negócios,
como o atual, a marca torna-se um porto seguro para muitas empresas,
reduzindo os riscos de compra dos consumidores e investimento
dos acionistas. O tema foi pauta de recente matéria no
site Webinsider, assinada por Cezar Bianchi.
A reportagem apresenta um estudo realizado pela BrandAnalytics
e pelo jornal Valor Econômico revelando que
“as ações de empresas com nomes reconhecidos
pelos consumidores podem ser uma opção defensiva
na crise atual”. Marcas com atributos como lealdade
e confiabilidade têm um desempenho mais sólido
mesmo com as turbulências do mercado.
A questão não é nenhuma novidade. O
Webinsider destaca que, em 1998, um comparativo entre
a Coca-Cola e a GM demonstrava que a montadora americana possuía
um valor de ativos estimado em US$ 229 bilhões, enquanto
a multinacional de refrigerantes contabilizava US$ 17 bilhões.
Com base nestes números, muitos investidores escolheram
a General Motors. Porém, nesta mesma data, a marca
Coca-Cola era maior que o dobro do valor da GM inteira.
Criar uma marca forte na cabeça dos consumidores é
de fundamental importância para fortalecer a imagem
de uma empresa. “Esta confiança acontece quando
marcas constroem atributos relevantes ao mercado e à
sociedade que garantem uma boa percepção e a
continuidade dos negócios”, explica a reportagem.
Estes atributos devem ser reconhecíveis pelos públicos
de relacionamento de uma empresa para que possam gerar lucratividade
nos negócios.
A valorização de uma marca forte deve estar
na pauta de decisões dos principais gestores de uma
empresa. Hoje, o valor da marca já faz parte de balanços
anuais de muitas companhias. Seu aspecto intangível
pode gerar dúvidas e incertezas num primeiro momento,
com resultados subjetivos e de difícil mensuração,
mas a construção e a manutenção
de uma marca forte são cruciais para a sobrevivência
de qualquer empreendimento no longo prazo.
Esta matéria do Webinsider pode ser lida
na íntegra aqui. |