| As embalagens cartonadas, que há
algum tempo dominam o envase asséptico de bebidas sensíveis
no Brasil, como o leite, ganharam um importante concorrente.
A utilização da embalagem PET também para
envase asséptico, uma realidade na Europa, enfim está
disponível ao consumidor brasileiro. A Krones do Brasil,
líder de mercado em soluções para a indústria
de bebidas, forneceu a primeira linha do tipo no País
à Nestlé e projeta um grande impacto no setor
de embalagens.
A linha foi instalada em uma fábrica em Araçatuba,
no interior de São Paulo, e está em operação
desde novembro. Os produtos envasados assepticamente em PET
são à base de leite e fazem parte da nova linha
“Fast” – Nescau e Neston (em embalagens
de 300ml) e Alpino (280ml). Os rótulos das garrafas
são do tipo sleeve termoencolhíveis.
A venda desta linha para a Nestlé vai, com certeza,
mexer com os negócios de embalagem no Brasil, projeta
Silvio Rotta, diretor comercial da Krones do Brasil. “O
PET, além de ser uma embalagem mais conveniente e flexível,
com designs, formatos e tamanhos de garrafas diversos, tem
uma aparência muito mais atraente e cria um produto
Premium”, explica o executivo da Krones. “Beber
diretamente em uma garrafa PET com boca larga também
traz uma maior sensação de paladar, ao contrário
do que ocorre com embalagens com vazão ou diâmetro
pequenos.”
O shelf life dos produtos envasados em PET asséptico
é semelhante ao obtido nas cartonadas, com tempo de
prateleira de até seis meses sem refrigeração.
O PET asséptico não altera as características
de sabor e aparência do produto, devido a um tratamento
térmico muito mais rápido. Sua tecnologia permite
uma segurança microbiológica cada vez maior,
fundamental em um mercado com consumidores mais exigentes
por produtos saudáveis e com máxima qualidade.
O mercado de PET também é muito mais aberto,
com diversos fornecedores de pré-forma e resina.
Silvio Rotta acredita que a solução de envase
asséptico em PET deve conquistar cada vez mais espaço
no mercado a partir de agora. “O sucesso experimentado
pela Nestlé e a boa performance desta linha já
despertaram o interesse de outros clientes pela tecnologia
da Krones, inclusive para outros tipos de produto”,
revela. Já existem outros projetos e consultas em andamento
que, por uma questão de confidencialidade, não
podem ser ainda revelados. Além de produtos lácteos,
a solução é voltada a todo tipo de bebida
sensível, como sucos e chás.
Inicialmente, os clientes brasileiros tiveram uma certa resistência
ao envase asséptico em PET em função
do custo inicial de investimento. Na Europa e no resto do
mundo, a adoção foi mais rápida. A Krones
já instalou mais de 120 linhas em 20 países.
Mas o cenário começa a mudar no Brasil. “Além
do valor do investimento ter sido reduzido, os clientes perceberam
que a relação custo x benefício é
bem vantajosa. É interessante investir um pouco mais
por um produto diferenciado e com uma qualidade maior”,
justifica o diretor comercial da Krones do Brasil.
Para outras informações técnicas sobre
o processo de envase asséptico, leia matéria
aqui.
Caso deseje entrar em contato com a área comercial
da Krones do Brasil, clique aqui. |