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Enchimento asséptico a frio em PET oferece muitas vantagens
O grande interesse do consumidor por produtos mais saudáveis, sem o uso de conservantes, e a redução do custo do produto final nas prateleiras são dois grandes atrativos para a adoção do enchimento asséptico pelas indústrias. Segundo Christian Busko, supervisor de Vendas da Krones do Brasil, entre as opções de enchimento asséptico, a tendência mundial é pelo envase a frio em PET, solução em que a Krones já tem liderança global de mercado e que acaba de chegar ao Brasil com a Nestlé.
Existem diversos tipos de envase que são considerados assépticos, como o envase muito conhecido na caixa de papelão. Existe também o envase asséptico a quente. A grande evolução é o envase asséptico a frio. “Por ser feito em PET, que é reciclável, o processo ainda se torna bastante sustentável sob o aspecto de proteção ao meio ambiente”, conta Busko.
A Krones coloca hoje à disposição de seus clientes duas tecnologias de envase asséptico a frio. A primeira é a com ácido peracético, conhecida como processo úmido; a outra, com peróxido de hidrogênio, é mais conhecida como processo a seco. A tendência mundial é de utilização do envase asséptico a frio com a utilização do ácido peracético pelo fato de o processo ser mais seguro e econômico, com ótimos resultados finais, inclusive em processos com produtos muito sensíveis, como o leite UHT.
As vantagens do processo de envase asséptico são muitas. “Ele possibilita o envase de produtos sensíveis à infecção bacteriana, como sucos e bebidas derivadas de leite, e permite também que estes produtos sejam comercializados sem a utilização do chamado cold chain ou cadeia fria”, explica Busko. Na cadeia fria, o produto que não é envasado em condições assépticas deve ser conservado em câmaras frigoríficas, transportadas em caminhões frigoríficos, e vendido em gôndolas refrigeradas.
Produtos sensíveis como sucos, leite, bebidas à base de leite e leite de soja são os grandes alvos do enchimento asséptico. O atual interesse do público consumidor por bebidas saudáveis ou alimentos líquidos puxa a demanda por esse tipo de produção, que, em alguns casos, dispensa o uso de conservantes químicos na bebida. O custo final do produto, pela eliminação do cold chain, é outro atrativo.